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SANTA CEIA  

Santa Ceia – 12/10/08

A Igreja que Prevalece
Mateus 16:18

Vamos dar continuidade ao tema sobre a Igreja que prevalece iniciado na Ceia de setembro, quando citamos que a Igreja tem sido atacada insistentemente nos últimos anos.

Por isso, devemos atentar para o fato de que a Igreja precisa estar firme, mantendo posição, propósito e um pacto, como vimos no mês passado.

I. Posição è Ef. 5:18; 3:14-21 - andamos de acordo com o Espírito e não de acordo com a carne. Deus está conosco.

a) através da consistência produzida pelo Espírito Santo (16). Tendo essa consistência, nada poderá nos abalar;

b) através da atuação ativa e pró-ativa de Cristo no coração do indivíduo (17). Ele deve viver em nosso coração, pois Ele habita em nós;

c) através da compreensão da estrutura do amor de Cristo (18-19a). O apóstolo Paulo já dizia que o amor de Cristo o constrangia. Esse amor nos comove e nos motiva. Jesus morreu por nós e nos constrange a servi-lo. Lembre-se que somos livres graças a Ele;

d) através da experiência com plenitude total de Deus (19b). Ele quer que recebamos sua alegria e gozo para que nos mantenhamos satisfeitos, com a plenitude total de Deus;

e) na compreensão do poder e autoridade que funcionam no interior do homem (20).

Hoje, vamos abordar o seguinte tema:

II. Propósito è Gl. 2:19b - 20
(conservamos em mente os propósitos de Deus e não as próprias prioridades)

a) Deus está mais interessado em seus propósitos eternos do que em nossos planos temporários;

 

b) Deus está mais interessado no coração de uma pessoa do que em suas práticas religiosas.

c) Deus está mais interessado em nos tornar parecidos com Jesus do que em nossa felicidade temporária;

d) Deus prioriza o espiritual acima do material;

e) Deus está mais interessado em se revelar ao seu povo do que em promover nossas emoções.

 

III. Pacto è Hb. 4:14-16; 12:1, 2 e 14             
(agimos de acordo com os métodos de Deus e não de acordo com nossos próprios métodos)

Bases do pacto

a) Na garantia da sustentabilidade de nossa confissão (Hb. 4:14);

b) Na confiança do exercício sacerdotal de Cristo (Hb. 17:15);

c) Na liberdade de aproximação ao trono real que nos é oferecida (HB. 4:16);

d) No exercício da fidelidade baseada no exemplo de Cristo (Hb. 12:1, 2);

e) Na prática consciente da paz e santificação como marca de nosso caráter (Hb. 12:14).

Pr. Joiadas Soares de Souza