Poder para Vitória – Parte I
I Tm. 4:15b
Introdução
Esta série de ensinos tem como objetivo mostrar aos irmãos o que pode ser mudado a partir de uma aproximação com Deus.
Primeiramente, é preciso saber o que gostaria que mudasse em você? Verificamos que, de Gêneses a Apocalipse, existe um processo extraordinário de mudança e transformação na história daqueles que se aproximaram de Deus e andaram com Ele.
Lembre-se que Deus nunca trabalhou com alguém que se tornasse um perdedor, um fracassado. Sempre que alguém cumpriu a sua direção recebeu o poder de se tornar um vencedor e cumprir os seus propósitos.
Deus, ao longo da história, utilizou-se de todo tipo de pessoa desde as mais sábias até as mais doutas. O segredo é um só: andar em harmonia com a sua palavra e deixar os resultados com Ele.
No texto que serve de base para este ensino notamos que Paulo faz um desafio a Timóteo no sentido de que “o teu progresso a todos seja manifesto”. Paulo desejava que Timóteo fosse notabilizado pelo Progresso, pelo Sucesso e pelo seu Desenvolvimento, que seria sua marca patente e testemunha viva de sua mudança e transformação.
Paulo aponta para algumas atitudes que ajudariam Timóteo a ministrar o poder de transformação em sua própria vida e na vida daqueles que estavam sob sua responsabilidade.
- O desafio de tornar-se um modelo padrão dos fiéis (vs. 12)
- na Palavra: tanto do ponto de vista do conhecimento quanto da prática;
- no procedimento: do ponto de vista da ética;
- no amor: tanto o amor Phileo quanto no Ágape;
- na fé: na operosidade; e
- na santificação: na pureza de sentimentos e ações.
Além disso, o apóstolo ainda estimula Timóteo a aplicar-se veementemente a:
- leitura: buscando o aprofundamento na vontade de Deus;
- exortação: advertência solene e transparente da vontade de Deus; e
- ao ensino: exposição clara da vontade de Deus.
Ressaltamos três efeitos que existem no poder da ressurreição, que são:
a) o poder que cancela o nosso passado;
b) o poder que vence nossos problemas;
c) o poder que transforma a nossa personalidade.
Nos processos de transformação verificamos que existe um princípio de parceria (Fl. 2:12, 13). Nesta parceria podemos encontrar a participação humana e a participação divina. Devemos compreender que temos uma sociedade com Deus e, neste caso, a palavra de ordem é a participação. Todos nós devemos entender que ser parceiros de Deus constitui-se num grande privilégio, mas também envolve uma grande responsabilidade.
| Privilégios |
Responsabilidades |
| 1- Amigos |
1- Servos |
| 2- Filhos |
2- Ministros |
| 3- Herdeiros |
3- Sacerdotes |
| |
4- Profetas |
O livro de Gênesis nos mostra que, quando Deus criou o homem e a mulher, os fez parceiros em todo o seu Reino. O homem não era uma figura decorativa no meio da criação. Perceba que Deus o convoca a participar ativamente do processo de desenvolvimento (Gn. 1:27-31 e 2: 9, 20).
No princípio, e até hoje, Deus quer que haja nesta parceria uma participação mútua. Note que em cada entardecer, Deus vinha ter com o homem para manter com ele uma comunhão mais próxima e, certamente, se comunicar buscando informações e outorgando orientações.
Deus continua agindo assim, Ele jamais nos deixa sozinhos, e é com prazer que Ele, em toda a sua glória e majestade, se manifesta para nos ouvir e também ser ouvido.
Partindo desta premissa e de que Ele elaborou um plano onde o homem sempre foi de vital importância, citamos alguns exemplos desta parceria:
Participação humana
Noé: construção da Arca;
Abraão: construção da família;
Moisés: construção da liberdade;
Josué: efetivação de um sonho;
Samuel: construção do caráter; e
Davi: construção de um Reino.
Os discípulos e apóstolos: construção e edificação da Igreja e do reino de Cristo.
Participação divina (instrumentos de Deus)
A Palavra
O Espírito
As Circunstâncias
Pr. Joiadas Soares de Souza |