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Dia das Bruxas - Halloween

O Brasil vive importando as novidades de outros países, porém, tem uma que não engrandece em nada aos brasileiros, muito pelo contrário, pode até ser prejudicial. Já faz alguns anos que os brasileiros resolveram comemorar o Halloween ou Dia das Bruxas que acontece no dia 31 de outubro. É um evento comemorado na Europa e Estados Unidos e que acabou virando moda por aqui.

Mas afinal, como surgiu o Halloween? Diz a lenda que teve origem nos países anglo-saxônicos pelos druídas, sacerdotes celtas, que habitavam a Inglaterra por volta do ano 200 a.C. Segundo a lenda, o Halloween é derivado de rituais envolvendo o espírito dos mortos e o culto ao demônio e simboliza o início do antigo ano novo dos druídas, que afirmavam que os mortos revistavam seus lares nessa época.

Em cada país o Halloween é comemorado de um jeito. Nos Estados Unidos, por exemplo, as crianças enfeitam abóboras, vestem fantasias de bruxas com roupas pretas e roxa e batem de porta em porta pedindo doces. Assim, essa “festa” se popularizou no Brasil há cerca de 10 anos, em que muitas escolas promovem esse tipo de festa para suas crianças.

Bruxaria

Mas afinal, por que devemos comemorar essa data se ela não faz parte do nosso folclore ou da nossa cultura? Parece uma simples brincadeira, mas por trás disso é que Satanás se aproveita para se manifestar, deixando o medo nas mentes infantis. Houve caso de uma criança que após brincar nessa festa ficou totalmente perturbado, justamente por causa da ação maligna invisível, mas que existe.

Que o mundo inteiro e até os brasileiros queiram participar desta brincadeira, tudo bem. Mas e as crianças evangélicas que estudam em escolas que gostam dessa brincadeira? Como elas devem se comportar perante seus professores e amiguinhos? E os pais, o que devem fazer?

Creio que é bom para os pais conversarem com seus filhos sobre o assunto e explicar que essa brincadeira não é muito adequada, que pode fazer mal. É claro que crianças muito pequenas não têm entendimento suficiente para entender o que é bem e mal, mas quem sabe você não consegue convencer seu filho a não participar?

Silvana Ornelas Coelho
Jornalista
redacaounida@uol.com.br