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ACONSELHAMENTO  

Sua casa precisa de uma Super Nanny?

Filhos pequenos que gritam, brigam, batem uns nos outros, não obedecem e ainda respondem para os pais. Tenha certeza alguma coisa está errada não só com eles, mas com os pais, principalmente.

O programa “Super Nanny” exibido num canal de TV de São Paulo mostra todas as semanas famílias de classe média alta em apuros com duas ou três crianças pequenas, que só faltam derrubar a casa. São crianças, birrentas, mal educadas, que respondem para os pais, não têm horário para nada e muito menos disciplina.

Já os pais não conseguem controlar os filhos e nem impor limites e horários, o que vai gerando um estresse muito grande entre o casal, onde um joga a culpa no outro pela falta de equilíbrio no lar, e entre pais e filhos.

Para salvar a situação chamam a tal “Super Nanny”, uma espécie de psicóloga conselheira que tem o intuito de botar ordem na casa alheia, já que os próprios donos não são capazes de fazê-lo. Até que ponto isso é bom para a família deixar um estranho interferindo em seus problemas particulares e, o que é pior, ao vivo e em cores para todo o Brasil em rede nacional.

O que vemos é que em muitos lares cristãos essa história se repete. Filhos rebeldes que gritam feitos loucos pela casa, batem nos irmãos, não sentam à mesa para comer, xingam os pais e por aí vai.

Mas afinal, o que está faltando para esta família pôr ordem na casa? Será que os ensinamentos contidos na Bíblia não servem para nada? E o bom senso, onde está? Vemos que muitos pais que enfrentam este problema, simplesmente fingem que ele nem existe já que não conseguem contornar a situação.

Mas cuidado, muitas vezes é preciso buscar ajuda tanto com um pastor quanto com um psicólogo, que vão poder determinar o motivo de tanta confusão. Muitas crianças tornam-se rebeldes devido a algum trauma, muitos pais e mães sofreram traumas quando crianças, o que influencia no seu comportamento adulto. Enfim, há uma série de fatores que devem ser analisados tanto à luz da psicologia quanto à luz da religião.

Silvana Ornelas Coelho
Jornalista